A nobre arte de furtar o capital intelectual alheio, ou como Garschagen logo terá um nervous breakdown

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Caros, sei que não ando produzindo nada para cá. Tenho me excedido no furto da produção do capital intelectual alheio. O mestrado tem me exigido e, além do mais, estou em período de provas. Está sendo uma complicação administrar o tempo. A partir do dia 25 as coisas se acalmam com o fim dos exames.

Arranjar trabalhos como free lancer aí no Brasil é que está sendo uma tragédia (e vivo aqui sem bolsa de estudos, sem lenço, só documento, por causa da imigração). Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de Baudelaire. Enfim…

Em agosto, novidades no blogue. Espero que gostem das mudanças e acréscimos. Enquanto isso, vou lapidando a arte do furto do capital intelectual alheio.

4 Comments so far

  1. Raquel Julho 11th, 2008 1:26 am

    Cuide-se!

  2. p Julho 11th, 2008 4:45 am

    Posso não te amar e nem te querer, mas posso te chamar de Baudelaire, se assim desejar. Claro que tem que escrever algo como “Le paranymphe d´une nymphe macabre”. E em francês, s´il vous pait.

  3. Carlos Eduardo Julho 13th, 2008 2:56 pm

    Caro Garschagen,

    Te leio muito e comento pouco. Você é muito bom e já que outro dia veio com uma estória de Top 10:pode ter certeza que você faz parte da minha lista dos cinco blogs diletos.

    *

    A série sobre blogs está muito boa. Não comentei nos últimos posts porque não teria nada a acrescentar. Gostaria muito que o pessoal que tem blog e te lê_ e sei que é muita gente, e gente de boa cepa _ comentasse mais. De minha parte, logo no primeira post da série, fiz minha sugestão_ que agora acho que não será colocada em prática em consequência da tua agenda sempre cheia de compromissos com o Mestrado e com trabalho honesto_ que foi uma série de entrevistas com blogueiros de relevo: ex-Wunders, Apostos e tutti quanti. Mas principalmente entrevistar, da forma que só você é capaz de fazer, o excelente e hermético Júlio Lemos, do Feliz Nova Dieta.

    *

    Ainda no quesito entrevistas: todos os dias visito este blog oito, dez vezes, para ver se você postou as entrevistas prometidas com Olavo de Carvalho, Diogo Mainardi e Nelson Ascher. Por que essas entrevistas(feitas para a revista portuguesa Atlântico) são tão importantes? Porque você nos disse que as postaria sem cortes. E pela entrevista do Reinaldo Azevedo _ a única até agora que foi postada conforme o conbinado_ dá pra ver que nada que você pergunta pode ser cortado.Comparei a que foi publicada no blog da Atlântico com a que você publicou aqui. A diferença é abissal.Ninguém hoje, em língua portuguesa, sabe fazer uma entrevista como você. Nem o Ruy Castro.

    *

    Um último ponto: como você, graças a Deus, não é “esquerdista-estatista-terceiro-mundista-pobrista” poderia ganhar dinheiro com este blog. Claro que é muito bom chegar aqui e ler, imprimir(não raro faço isso) e ouvir tudo de graça. Mas quanto ao ouvir você poderia fazer o seguinte: liberar a entrevista com o João Pereira Coutinho para dowland mediante pagamento com cartão de crédito ou depósito em conta corrente. Quanto seria? Bem, o seu trabalho vale muito. E muita gente está disposta a pagar pra ter a entrevista definitivamente em seus HDs ou gravadas em CDs. Eu de minha parte já lhe garanto que serei o primeiro a comprar.
    *

    Um grande abraço,

    Carlos Eduardo

    (Passado em Maceió, em 13-VII-2008, ao som de Street Spirit do Radiohead)

  4. Carlos Eduardo Julho 21st, 2008 12:04 pm

    Caro Garschagen,

    Te leio muito e comento pouco. Você é muito bom e já que outro dia veio com uma estória de Top 10:pode ter certeza que você faz parte da minha lista dos cinco blogs diletos.

    *

    A série sobre blogs está muito boa. Não comentei nos últimos posts porque não teria nada a acrescentar. Gostaria muito que o pessoal que tem blog e te lê_ e sei que é muita gente, e gente de boa cepa _ comentasse mais. De minha parte, logo no primeira post da série, fiz minha sugestão_ que agora acho que não será colocada em prática em consequência da tua agenda sempre cheia de compromissos com o Mestrado e com trabalho honesto_ que foi uma série de entrevistas com blogueiros de relevo: ex-Wunders, Apostos e tutti quanti. Mas principalmente entrevistar, da forma que só você é capaz de fazer, o excelente e hermético Júlio Lemos, do Feliz Nova Dieta.

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    Ainda no quesito entrevistas: todos os dias visito este blog oito, dez vezes, para ver se você postou as entrevistas prometidas com Olavo de Carvalho, Diogo Mainardi e Nelson Ascher. Por que essas entrevistas(feitas para a revista portuguesa Atlântico) são tão importantes? Porque você nos disse que as postaria sem cortes. E pela entrevista do Reinaldo Azevedo _ a única até agora que foi postada conforme o conbinado_ dá pra ver que nada que você pergunta pode ser cortado.Comparei a que foi publicada no blog da Atlântico com a que você publicou aqui. A diferença é abissal.Ninguém hoje, em língua portuguesa, sabe fazer uma entrevista como você. Nem o Ruy Castro.

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    Um último ponto: como você, graças a Deus, não é “esquerdista-estatista-terceiro-mundista-pobrista” poderia ganhar dinheiro com este blog. Claro que é muito bom chegar aqui e ler, imprimir(não raro faço isso) e ouvir tudo de graça. Mas quanto ao ouvir você poderia fazer o seguinte: liberar a entrevista com o João Pereira Coutinho para dowland mediante pagamento com cartão de crédito ou depósito em conta corrente. Quanto seria? Bem, o seu trabalho vale muito. E muita gente está disposta a pagar pra ter a entrevista definitivamente em seus HDs ou gravadas em CDs. Eu de minha parte já lhe garanto que serei o primeiro a comprar.
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    Um grande abraço,

    Carlos Eduardo

    (Passado em Maceió, em 13-VII-2008, ao som de Street Spirit do Radiohead)

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