A transição está em curso II

Seguindo com a idéia lançada no post A transição está em curso. Combater é preciso, destaco dois textos. O primeiro, publicado pelo site Farol da Democracia:
Estudem, leiam, se informem. Não se deixem enganar por propaganda enganosa da mídia. Tenham fundamentos culturais. Identifiquem grupos de pessoas com afinidade de pensamento e de filosofia e se dêem as mãos.
Mobilizem-se com a cautela necessária a não permitir deturpações ao sentido patriótico deste movimento.
Levem, aos demais cidadãos brasileiros, o esclarecimento para que tenham espírito crítico. Despertem em cada um a beleza de seus sentimentos mais nobres e cristãos. Valorizem a virtude. A desonestidade, a imoralidade, a irresponsabilidade, a incompetência, o mau-caratismo não é normal e nem como tal deve ser aceito ou tolerado.Lutem firmemente pela alternância do poder e contra o terceiro mandato. Façam desta a sua primeira palavra de ordem.
Engagem-se no fortalecimento dos Partidos Políticos verdadeiramente democráticos para fortalecê-los.A Pátria, derramando sobre a cabeça de todos os brasileiros, independente de credo, cor, raça, sexo ou posição social, as bênçãos de sua generosa e fraterna convivência, abrindo o seu coração aos brasileiros de boa vontade, para que vivam em paz, prosperem e construam um país cada vez melhor, percebe-se apunhalada pela traição aos seus valores históricos.
Vem, por isso, conclamar os cidadãos de bem à mobilização nacional em defesa da liberdade. A missão dos membros da Força-Tarefa é atender ao apelo da Pátria com o melhor que puderem dar de si.
O segundo, tirado do site do Reinaldo Azevedo:
Aos poucos, as palavras vão recobrando o seu sentido, livrando-se do novelo da embromação ideológica que as envolvia. Ninguém mais precisa ter receio de ser tachado de direitista por mascates embusteiros ou por anões morais a serviço das esquerdas. Porque é perfeitamente possível cotejar as idéias de que todos somos herdeiros: os que nos identificamos com o regime de liberdades públicas e de livre mercado temos a nosso favor as sociedades mais livres e abertas de que a história dá notícia; os que prestam tributo ao esquerdismo bolorento, ainda que sob a aparência de interesse público e comunitário, têm atrás de si um rastro de calamidades.
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