A transição está em curso II

Seguindo com a idéia lançada no post A transição está em curso. Combater é preciso, destaco dois textos. O primeiro, publicado pelo site Farol da Democracia:

Estão todos convocados para a pior de todas as batalhas, pois o mal está plantado dentro de suas próprias mentes. Foram anos, décadas, de deturpação pedagógica esquerdista, revisionismo histórico, mentiras e ensino tendencioso. Lutem em primeiro lugar contra tudo o que lhes foi ensinado nas escolas e não acreditem em nada que for contra os sagrados princípios da família, da dignidade, da individualidade, da liberdade humana.

Estudem, leiam, se informem. Não se deixem enganar por propaganda enganosa da mídia. Tenham fundamentos culturais. Identifiquem grupos de pessoas com afinidade de pensamento e de filosofia e se dêem as mãos.

Mobilizem-se com a cautela necessária a não permitir deturpações ao sentido patriótico deste movimento.
Levem, aos demais cidadãos brasileiros, o esclarecimento para que tenham espírito crítico. Despertem em cada um a beleza de seus sentimentos mais nobres e cristãos. Valorizem a virtude. A desonestidade, a imoralidade, a irresponsabilidade, a incompetência, o mau-caratismo não é normal e nem como tal deve ser aceito ou tolerado.

Lutem firmemente pela alternância do poder e contra o terceiro mandato. Façam desta a sua primeira palavra de ordem.
Engagem-se no fortalecimento dos Partidos Políticos verdadeiramente democráticos para fortalecê-los.

A Pátria, derramando sobre a cabeça de todos os brasileiros, independente de credo, cor, raça, sexo ou posição social, as bênçãos de sua generosa e fraterna convivência, abrindo o seu coração aos brasileiros de boa vontade, para que vivam em paz, prosperem e construam um país cada vez melhor, percebe-se apunhalada pela traição aos seus valores históricos.

Vem, por isso, conclamar os cidadãos de bem à mobilização nacional em defesa da liberdade. A missão dos membros da Força-Tarefa é atender ao apelo da Pátria com o melhor que puderem dar de si.

O segundo, tirado do site do Reinaldo Azevedo:

O que é novo no ambiente em que esse tipo de embate se dá? Eu respondo: é o fato de não nos deixarmos patrulhar ou intimidar pelos aiatolás. Até outro dia, não havia quem pudesse entrar em polêmica com esses “coleguinhas”, todos eles articulados com ONGs, sindicatos, associações disso e daquilo. Podiam decretar a morte de carreiras. Decidiam quem ficava vivo na profissão ou não. Decretavam se o outro era ou não uma pessoa de bem. E hoje? Escrevem suas coisas malcriadas, suas mentiras, suas demonizações ideológicas? Tomam uma resposta na testa quando é o caso. Fazem correntes na Internet para esconjurar as terríveis forças da direita? Nós os mandamos plantar batatas em Caracas!

Aos poucos, as palavras vão recobrando o seu sentido, livrando-se do novelo da embromação ideológica que as envolvia. Ninguém mais precisa ter receio de ser tachado de direitista por mascates embusteiros ou por anões morais a serviço das esquerdas. Porque é perfeitamente possível cotejar as idéias de que todos somos herdeiros: os que nos identificamos com o regime de liberdades públicas e de livre mercado temos a nosso favor as sociedades mais livres e abertas de que a história dá notícia; os que prestam tributo ao esquerdismo bolorento, ainda que sob a aparência de interesse público e comunitário, têm atrás de si um rastro de calamidades.

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