Calçando a avaiana de pau

Mais um dia nublado e de temperatura agradável aqui no Rio. Estou colocando a leitura dos jornais em dia após uma noite de excessos prazerosos. Mas, ó, vem paulada daqui a pouco. Li algumas coisas que me deixaram, digamos, salivando. Agüenta que logo mais volto. Ahhhhhhhhhhhhhh!! Muleeeeeeeeeeeeeeeeeeque!
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O senhor voltou e afiadíssimo. Adorei a entrevista com Nélida, apesar de não concordar com uma coisa ou outra. Claro, isso é saudável. Mas não vou comentar aqui o que não concordo. Fundador é realmente um grande livro. O textinho sobre o que é arte é uma delícia. E olhe que eu estou estudando um pouquinho mais para ver se “entendo” que diabos é a arte abstrata. Um grande abraço e vida longa.
Friozinho na pontinha do nariz na terra de Rubem também! Aproveite essa paixão desenfreada pela casa nova e não esqueça da nossa irresistível e mordaz Dorothy Parker. Era do Jazz, festas, o charme dos clubes enfumaçados…a moça que nunca perdia a piada…Espirituosas? Nós somos…vou servir um malte agora, sem morder a própria lingua, tá? Heheheh! Bilu de novo
João, meu velho, bom recebê-lo aqui. Arte abstrata? Uau, rapaz! Abração!
Mi, que bom que você apareceu! Já, já surpresa com a nossa querida Dorothy, viu? Muitos beijos!