"(…)o mesmo banco, a mesma praça(…)"

Na década de 1970, o cinema que se dizia de esquerda, ou diretores idem, alimentava-se das verbas do Instituto Nacional do Cinema e, depois, da Embrafilme. Eu sempre me pergunto porque a esquerda gosta tanto de mamar no Estado. E passo a entender o porquê daquela propaganda do PCdoB usar crianças cantando música de pré-escola. Deveriam ter colocados bebês num berçário ou mostrar bezerros mugindo, mas acho que seria uma maldade com os bezerros (tá, a sacada está velha, eu sei).

Em Cachoeiro existe um notório comunista dono de vários imóveis. Vive confortavelmente com a renda dos aluguéis. Comunista assim, até o FDR.

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Os direitistas são a raça mais vil. Estão o tempo todo camuflados. Quando descobertos, se valem de um cinismo sem parâmetros: “eu, de direita, imagina? Sou pela democracia”. Entenderam a retórica da fuga? Uma coisa não invalida a outra, mas o estratagema funciona porque o sujeito não nega quem é e não entra na fria de se revelar. Também adoram mamar no Estado, com a diferença que têm a certeza de que o Estado pertence a eles. O cruel é não tratarem o Estado como uma empresa, que precisa de lucros para sustentar-lhes os privilégios. Chupam a manga até o caroço, depois elegem alguém de um partido coligado e continuam ali de avental, na copa e na cozinha para à noite irem ver televisão na sala.

Ô raça escamosa.

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No Orkut, gastei mais tempo para definir minha opção política do que lendo a dos outros. Havia muita verdade nos outros. Eu quase, quase, pus libertarian, mas na hora eu estava muito very authoritarian . Meu daemonion tem a cara do Pluto e age como se fosse o Costinha.

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